Plano Nacional das Artes - AEFHP
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Marcha pela PAZ - AEFHP
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No passado dia 6 de Junho, no período da manhã, o Agrupamento de Escolas Frei Heitor Pinto sublinhou e enalteceu os valores da PAZ, nas suas escolas com 2º, 3º ciclos e secundário numa marcha que teve a adesão de centenas de jovens, docentes e não docentes. A marcha teve a expressão de desfile de rua nas localidades de Covilhã e de Paul e de ações dinamizadas no recinto escolar na localidade do Tortosendo. Esta iniciativa inserida no conjunto de ações desenvolvidas pela UNESCO na Educação para a PAZ teve o apoio e a presença do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) bem visível nas bandeiras da PAZ elevadas ao ar pelos manifestantes. Estiveram presentes membros das delegações locais do SPRC, do MDM e da Associação de Reformados da Covilhã. Na Covilhã, no final do desfile, inaugurou-se um mural alusivo à PAZ, na entrada principal da Escola Secundária Frei Heitor Pinto onde dezenas de participantes deixaram a sua assinatura de compromisso pela PAZ. Foi uma jornada onde jovens e adultos salientaram os valores da cooperação, do diálogo, do respeito, da tolerância, da importância da educação e da saúde no conceito da PAZ numa perspetiva local e global. P’la Direção do Agrupamento de Escolas Frei Heitor Pinto Vitor Reis Silva |
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"Marcha pela Paz" - ESFHP -EB2 PAUL |
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"TODOS PELA PAZ" - EB TORTOSENDO |
| VÍDEO - MARCHA PELA PAZ - ESFHP |
| VÍDEO - LARGADA DE POMBOS - ESFHP |
| VÍDEO - ATUAÇÃO DA OFICINA DE TEATRO - ESFHP |
Lista dos candidatos admitidos e excluídos do concurso para provimento do lugar de Diretor(a) do Agrupamento de Escolas Frei Heitor Pinto
Agrupamento Frei Heitor Pinto ganha prémio nacional promovido pela UNESCO
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O ano de 2018 encerra o centenário da I Guerra Mundial. O armistício foi em Novembro de 1918 e, se vale a pena comemorar as guerras, é apenas com a intenção de que elas sejam uma lição motivadora para a paz. Nas guerras todos perdem e, se há pretensos vencedores, estes são apenas os que menos perderam. No caso das guerras, trata-se de soberania, porque as perdas humanas e materiais serão, por vezes maiores. Foi o caso da I Guerra Mundial. Portugal, na lista dos vencedores, perdeu imenso: milhares de mortos e perdas materiais incalculáveis que lançaram o país numa espiral de crise económica, social e de subsistência até, que acabaria por ter como consequência o derrube da I República. A Rede de Escolas Associadas da UNESCO lançou, com objetivos de fazer pensar sobre a paz, o concurso comemorativo do centenário da I Guerra Mundial. Os concorrentes do ensino secundário, da turma de Humanidades do 12º E, Jéssica Goulão e Pedro Baptista, da Frei Heitor Pinto, na modalidade de fotografia, foram os vencedores. A fotografia concorrente e premiada, a nível nacional é do monumento ao soldado desconhecido da Covilhã, sito no jardim Público de S. Francisco. No dia 18 do corrente mês de maio, receberam o prémio no Museu Militar de Lisboa, nas Caves Manuelinas, juntamente com os vencedores dos restantes graus de ensino, em diferentes modalidades. Seguiu-se uma proveitosa visita guiada a este museu, dedicado ao tema geral da guerra, ao longo dos diversos períodos da nossa História. A acompanhá-los esteve o professor de História, Casimiro Santos que coordenou e orientou o concurso na Frei Heitor Pinto. Professor Casimiro L. Santos |
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