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Agrupamento Frei Heitor Pinto ganha prémio nacional promovido pela UNESCO

 

O ano de 2018 encerra o centenário da I Guerra Mundial. O armistício foi em Novembro de 1918 e, se vale a pena comemorar as guerras, é apenas com a intenção de que elas sejam uma lição motivadora para a paz. Nas guerras todos perdem e, se há pretensos vencedores, estes são apenas os que menos perderam. No caso das guerras, trata-se de soberania, porque as perdas humanas e materiais serão, por vezes maiores. Foi o caso da I Guerra Mundial. Portugal, na lista dos vencedores, perdeu imenso: milhares de mortos e perdas materiais incalculáveis que lançaram o país numa espiral de crise económica, social e de subsistência até, que acabaria por ter como consequência o derrube da I República.

            A Rede de Escolas Associadas da UNESCO lançou, com objetivos de fazer pensar sobre a paz, o concurso comemorativo do centenário da I Guerra Mundial. Os concorrentes do ensino secundário, da turma de Humanidades do 12º E, Jéssica Goulão e Pedro Baptista, da Frei Heitor Pinto, na modalidade de fotografia, foram os vencedores. A fotografia concorrente e premiada, a nível nacional é do monumento ao soldado desconhecido da Covilhã, sito no jardim Público de S. Francisco.

            No dia 18 do corrente mês de maio, receberam o prémio no Museu Militar de Lisboa, nas Caves Manuelinas, juntamente com os vencedores dos restantes graus de ensino, em diferentes modalidades. Seguiu-se uma proveitosa visita guiada a este museu, dedicado ao tema geral da guerra, ao longo dos diversos períodos da nossa História. A acompanhá-los esteve o professor de História, Casimiro Santos que coordenou e orientou o concurso na Frei Heitor Pinto.

Professor Casimiro L. Santos